A European Chemicals Agency lançou recentemente um questionário para stakeholders sobre a implementação do processo de aplicação e de formulação de opinião para as autorizações REACH.
Este questionário tem como objetivo dar a todas as partes interessadas a oportunidade de partilhar os seus pontos de vista e ajudar a ECHA a identificar formas de melhorar a implementação prática de pedidos de autorização.
Poderá responder ao mesmo até 23 de agostoaqui.
Durante a EU Green Week Partner Event, a CEPA participou num seminário online, organizado pela Agência Ambiental Alemã (UBA) sobre a Diretiva do Uso Sustentável dos Pesticidas, abordando a temática dos biocidas.
Na sua apresentação a CEPA destacou a natureza crítica do setor de Gestão de Pragas para a saúde pública e segurança dos cidadãos, compartilhando também a visão do setor para o futuro e o reconhecimento da sua importância e formação dos seus profissionais.
Sempre numa estreita colaboração com o cliente, foi dado grande destaque aos programas de gestão integrada de pragas serem cada vez mais implementados de forma sustentável e economicamente responsável.
Organizada pela Comissão Europeia, a EU Green Week é o evento de referência para políticos, ambientalistas e outros stakeholders europeus e mundiais na discussão da política ambiental da União Europeia. A edição deste ano foi dedicada à ambição de poluição zero.
Mais informações sobre a sessão online aqui.
Desde 1 de janeiro de 2021 que os importadores e utilizadores a jusante têm de notificar as suas misturas num formato harmonizado e os identificadores de fórmula únicos (UFI) devem ser incluídos nas notificações e rótulos das misturas.
Até ao momento, as empresas europeias já enviaram mais de 1 milhão de notificações ao banco de dados dos centros antiveneno. Assim, é possível aos mesmos disponibilizarem informações mais precisas para aconselhamento médico imediato quando alguém é exposto acidentalmente a uma mistura perigosa.
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A EMA – Agência Europeia de Medicamentos, disponibilizou recentemente informação relativa ao novo modelo para RCMV, rotulagem e folheto informativo tendo em conta os requisitos do Regulamento de Medicamentos Veterinários (Regulamento UE 2019/6). Assim, encontra-se disponível a versão 9 do referido modelo em inglês e em formato limpo e anotado. As versões traduzidas irão estar disponíveis nos próximos meses.
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A ECHA apresentou recentemente o seu relatório dos últimos cinco anos sobre o funcionamento do REACH e do CLP.
O relatório apresenta ao detalhe o impacto das operações na saúde dos trabalhadores e dos consumidores, na proteção ambiental, na inovação, na competitividade e nas funções do mercado interno. Este destaca também os desafios que se mantêm, sendo que as conclusões serão utilizadas para informar a Comissão nas próximas avaliações gerais do REACH e do CLP.
Leia na íntegra aqui.
O IAPMEI lançou recentemente a Ferramenta de Avaliação de Projetos que permite avaliar um projeto de investimento e sustentar os seus pressupostos.
Esta ferramenta pretende apoiar a estruturação da sua ideia de negócio ou projeto de investimento, facilitando a avaliação e análise de rentabilidade de novos investimentos.
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Uma investigação publicada no Journal of Economic Entomology focou-se em novos iscos preparados a partir de alimentos e que poderão ser utilizados, pelos profissionais de Gestão de Pragas, em armadilhas adesivas destinadas a monitorizar populações de baratas alemãs.
A barata alemã (Blattella germanica) é a espécie de barata mais comum no mundo, propagando doenças, promovendo contaminações e alergias entre outras situações indesejadas. O estudo demonstrou que, com vista ao controlo efetivo da praga e no âmbito de programas de gestão integrada (IPM) mais eficazes, a utilização de iscos à base de alimentos é uma ferramenta com um enorme potencial na deteção e monitorização da praga em locais com ‘tolerância zero’, como sejam hospitais, hotéis e restaurantes.
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Foi aprovada ontem pelo Conselho da UE a Lei Europeia em matéria de Clima que estabelece o objetivo de uma Europa com impacto neutro no clima até 2050.
A referida Lei Europeia entrará em vigor após publicação no Jornal Oficial da UE, sendo que o acordo alcançado determina que a meta de neutralidade climática seja conseguida coletivamente por todos os Estados-membros, permitindo a compensação por uns países caso outros não a atinjam.
A nova legislação estabelece a redução de 55% nas emissões líquidas de gases com efeito de estufa até 2030 e prevê a criação de um Conselho Consultivo Científico Europeu sobre as Alterações Climáticas para prestar aconselhamento científico independente e supervisionar os progressos.