Category Archives: Agroquímica

VALORFITO: Artigo de opinião CO2

VALORFITO: Artigo de opinião CO2
Divulgamos um artigo de opinião onde António Lopes Dias, Diretor Geral da Valorfito, sumariza a forma como o setor agrícola e o setor de controlo de pragas urbanas/saúde ambiental contribuem para a redução da pegada de carbono.
A GROQUIFAR orgulha-se de ser parte integrante e ativa deste sistema integrado de gestão de embalagens, num claro compromisso dos nossos associados com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Leia o artigo na íntegra aqui.

Sulfoxaflor: Restrições ao uso

Sulfoxaflor: Restrições ao uso
A DGAV emitiu o Ofício Circular 4/2022 sobre as restrições impostas à substância ativa sulfoxaflor por via da publicação do Regulamento (UE) 2022/686 da Comissão de 28 de abril de 2022.
Assim, a partir de 19 de maio de 2023 apenas será possível utilizar produtos fitofarmacêuticos contendo sulfoxaflor em estufas com estrutura permanente, conforme as restrições introduzidas com o Regulamento.
Consulte o Ofício Circular 4/2022:
Oficio circular4_2022_ sulfoxaflor

12 Maio – Dia Internacional da Sanidade Vegetal

12 Maio – Dia Internacional da Sanidade Vegetal
Celebramos este ano pela 1ª vez o Dia Internacional da Sanidade Vegetal, proclamado pelas Nações Unidas.
Todos nós dependemos das plantas, seja como elemento dos mais diversos ecossistemas, seja como fonte do oxigénio imprescindível à vida, seja como alimento onde a questão da sanidade vegetal e da segurança alimentar são protagonistas.
“A sanidade vegetal é essencial para o desenvolvimento sustentável da agricultura, que é necessário para alimentar uma população global crescente”.
A todos aqueles – dos agricultores aos técnicos – que diariamente nos asseguram plantas saudáveis e uma produção vegetal responsável: O NOSSO OBRIGADO!

Trioza erytreae: Autorização excecional de emergência

Trioza erytreae: Autorização excecional de emergência
A DGAV emitiu recentemente a Autorização Excecional de Emergência nº 17/2022 concedida ao abrigo do Art.º 53 do Regulamento (CE) nº 1107/2009, de 21 de outubro, para utilização de produtos fitofarmacêuticos com base em azadiractina, óleo parafínico, óleo de laranja e piretrinas para o controlo da Trioza erytreae.
Consulte a autorização excecional de emergência nº 17/2022:
AEE Nº17_2022_Trioza eritrae

É urgente adaptar e apoiar a produção nacional

É urgente adaptar e apoiar a produção nacional
A guerra no leste da Europa agudizou situações que já se anunciavam no final de 2021 e que atingem agora um ponto crítico para os produtores agrícolas, distribuidores de fatores de produção e restantes players da cadeia agroalimentar.
Todos os dias a comunicação social divulga sinais de mudança que se fazem sentir a jusante, com ênfase para o consumidor, enquanto nos campos, onde se iniciam as campanhas do milho, tomate de indústria e arroz, urge a tomada de decisão dos produtores agrícolas em condições duma instabilidade ímpar.
Uma antevisão minimamente fiável dos custos totais de produção por hectare (vulgo, conta de cultura) é inviável num mercado hiperinflacionado, face à volatilidade dos custos energéticos (nas suas vertentes eletricidade e combustíveis) e de outros fatores de produção (com destaque para os fertilizantes, pela estreita relação com o preço da eletricidade e dos combustíveis).
Para concretizar o termo volatilidade e prosseguindo com o exemplo dos fertilizantes, as cotações estão a ser fornecidas ao dia e com a validade das propostas a ser também, em muitos casos, diária.
No período pré-guerra projetava-se que a conta de cultura do tomate de indústria poderia ter um acréscimo de 25-30% face à campanha 2021. Agora? Ninguém arrisca um número.
O produtor precisa de semear e plantar hoje sabendo que é apoiado num trajeto incerto até à colheita. Os técnicos continuam diariamente ao seu lado a ajudarem na melhor decisão para alcançar a mais elevada produção, em condições mais limitantes e mutáveis, mas sempre focados na maximização da qualidade final obtida por forma a viabilizar o escoamento.
A imediata intervenção do Governo português é necessária para os produtores que se têm reinventado ano após ano, adaptando-se a novas regras e imposições ditadas pela Europa. Hoje tem de se redefinir prioridades, reavaliar o essencial, aprender com o passado e passar à efetivação de medidas dinamizadoras da produção agrícola nacional e do equilíbrio da deficitária balança comercial de produtos agrícolas. A salvaguarda do tecido empresarial agrícola português e a rentabilidade da produção agrícola deverão ser prioritárias, e se necessário for, haver coragem para adiar a adoção de estratégias de cariz ambiental.
Na visão da GROQUIFAR, o ajuste dos parceiros – banca, agroindústria, fornecedores de fatores de produção, cadeias de distribuição alimentar – face à nova realidade, são imprescindíveis para a continuidade da atividade agrícola nacional.
Esta é uma oportunidade única de tomada de consciência do papel basilar dos agricultores na cadeia agroalimentar, e de aumentar o respeito pela produção agrícola nacional e consciência do real valor dos produtos agrícolas.
É imprescindível, para ultrapassarmos o ponto crítico em que estamos, coordenarmos esforços e olharmos juntos na mesma direção pois ‘todos precisamos de um agricultor, pelo menos, três vezes ao dia’.