Archive for date: 11 de Outubro, 2012

Fórum da Distribuição Farmacêutica – 19 de Outubro

Consciente das dificuldades e grandes constrangimentos que o sector enfrenta, a GROQUIFAR em parceria com a consultora IMS Health vai realizar um Fórum de discussão e debate informal onde todos os players e parceiros da Distribuição terão direito e espaço à sua intervenção.
 
O 1º Fórum da Distribuição Farmacêutica irá realizar-se no Hotel Vila Galé Ópera, em Alcântara no dia 19 de Outubro de 2012.
 
Serão abordadas a Dinâmica do Mercado Farmacêutico; as Boas Práticas da Distribuição em revisão a nível europeu; o futuro sistema de traceabilidade dos medicamentos, bem como as obrigações e oportunidades que podem resultar na implementação de tal sistema; a Distribuição e Logística na Área Hospitalar e as Novas Formas de Remuneração do setor da Distribuição, de modo a assegurar a sobrevivência das empresas e consequentemente a sustentabilidade do próprio Serviço Nacional de Saúde.
Pretendemos que este Fórum constitua uma plataforma única de conhecimento, debate, partilha de experiências e procura de soluções entre todas as empresas e parceiros da Distribuição Farmacêutica.
 
INSCREVA-SE e PARTICIPE!

http://groove.pt/ims/forum/

Exportação paralela de medicamentos superou em 2011 os 73 milhões de euros

Exportação paralela de medicamentos superou em 2011 os 73 milhões de euros

A exportação paralela de medicamentos, que em 2011 superou os 73 milhões de euros, aumentou e está a provocar uma quebra no abastecimento do mercado nacional, com a consequente falta nas farmácias. Os fármacos que mais falham são os usados no tratamento do sistema nervoso central, nomeadamente em doenças como Alzheimer e Parkinson, que são os mais caros. As insulinas para os diabéticos surgem logo a seguir no ranking dos medicamentos de que os doentes mais se queixam de não encontrar nas farmácias, avança o Correio da Manhã.
Os dados constam de um estudo revelado na terça-feira pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), que atribui o aumento da exportação paralela de fármacos à baixa de preços imposta pelo Governo e aos armazenistas.


Segundo o presidente da Apifarma, João Almeida Lopes, as conclusões deste estudo são preocupantes: há um perigo de falta de abastecimento “do mercado português face aos preços dos medicamentos, que têm vindo a degradar-se nos últimos anos, com a consequente dificuldade de os doentes terem, em tempo útil, acesso aos medicamentos”, afirmou.
Para João Almeida Lopes, a solução passa por “uma monitorização destas práticas pelo Governo, nomeadamente o Ministério da Saúde”, e pelo agravamento das coimas quando é detectada exportação ilegal.


Contactado pelo CM, Diogo Gouveia, da Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos (Groquifar), recusou atribuir aos armazenistas o aumento da exportação paralela. Segundo este responsável, a falta de medicamentos para os doentes deve-se a dois factos: “A situação financeira das farmácias, que lhes retira capacidade de reabastecer, e a própria indústria (laboratórios), que quer controlar o mercado e que coloca menos produto em Portugal porque o preço noutros países dá maior margem de lucro.”