Archive for date: 31 de Maio, 2012

Conferência de imprensa – GIRP

Conferência de imprensa – GIRP

Foi enviado à Comunicação Social, o convite para a Conferência de Imprensa do GIRP (Groupement International de la Répartition Pharmaceutique) que se realiza no dia 3 de Junho às 18H00,  no Penha Longa Hotel & Golf Resort-Club Long (4º andar), em Sintra.

Para leitura integral do convite, queira consultar o link

Infarmed propõe alteração de valor de coimas para exportação paralela

Infarmed propõe alteração de valor de coimas para exportação paralela

O Infarmed propôs ao Ministério da Saúde para alterar o valor das coimas contra a exportação paralela, por considerar que o valor atual não é dissuasor e contribui para a manutenção da prática deste crime, noticia a agência Lusa.

Em declarações na Comissão Parlamentar da Saúde, o presidente do Infarmed explicou que a coima máxima prevista é 44 mil euros.
“O Infarmed fez ao gabinete do ministro da Saúde uma proposta, que terá que vir ao parlamento, para que a lógica das coimas se modifique e tenha a ver com o valor da infração, em vez de ser uma coima fixa. Para uma exportação de milhões de euros, uma coima de 44 mil euros não é dissuasora.

Na opinião de Jorge Torgal, o fenómeno de exportação paralela vai continuar enquanto Portugal tiver medicamentos mais baratos do que outros países da Europa, porque é “altamente rentável enviar medicamentos de marca para serem vendidos nesses países”.

O presidente do Infarmed acrescentou mesmo que a Europa quer que exista exportação paralela porque é um fator que leva à uniformidade dos preços na União Europeia.

Relativamente ao papel de fiscalizador do Infarmed, Jorge Torgal disse tratar-se de um “jogo do gato e do rato”. “O Infarmed vai a farmácia, não há um medicamento, volta com um inspetor e o medicamento está lá nas 12 horas depois [como previsto na lei]. Mas se o Infarmed não vai à farmácia, o medicamento não aparece”.

Estas declarações estão também relacionadas com notícias recentes de que tem havido falta de alguns medicamentos nas farmácias, o que está sujeito a coimas. Segundo Jorge Torgal, este ano já houve 32 processos a farmácias, que se traduzem em 150 mil euros de coimas que podem vir a ser aplicadas.

Farmácias sem os medicamentos mais baratos vão ser multadas

Farmácias sem os medicamentos mais baratos vão ser multadas

As farmácias que a partir desta sexta-feira [manhã] não tenham disponíveis para venda pelo menos três medicamentos do grupo dos cinco mais baratos com a mesma substância ativa incorrem em multas até 44 mil euros, avança o Diário Económico.

A prescrição de medicamentos por denominação comum internacional (DCI) entra em vigor esta sexta-feira. Na prática, as receitas prescritas pelo médico passam a indicar o nome da substância ativa e não a marca do medicamento, dando oportunidade ao doente de escolher na farmácia o genérico mais barato.

A medida sofreu vários avanços e recuos nos últimos anos mas acabou por ser aprovada por unanimidade no Parlamento no início deste ano. O objetivo é levar os médicos a receitar mais genéricos, o que contribui para a poupança do Estado e dos doentes.

Neste sentido, o memorando assinado com a ‘troika’ também prevê a implementação de medidas que aumentem a prescrição de genéricos. Para garantir que o doente leva mesmo para casa um dos medicamentos mais baratos, as farmácias terão de ter disponíveis os três medicamentos com o preço mais baixo de cada substância ativa. E as farmácias incumpridoras ficam sujeitas a uma multa que pode ir até 44 mil euros.

A medida foi aprovada na semana passada em Conselho de Ministros, juntamente com um pacote de novas regras para as farmácias, e anunciada quarta-feira pelo presidente do Infarmed, na Comissão Parlamentar de Saúde.

“Agora, se a farmácia não tiver um medicamento [disponível] não tem a coima máxima. Com a nova legislação, no caso da farmácia não ter [para venda] três dos cinco medicamentos mais baratos, a coima passa para a gravidade máxima”, ou seja 44 mil euros, explicou Jorge Torgal.

PJ no Infarmed

PJ no Infarmed

A Polícia Judiciária esteve ontem nas instalações do Infarmed em Lisboa, após uma queixa contra esta entidade por alegadamente favorecer a aprovação de um medicamento da BIAL, revelou o presidente da instituição, avança a agência Lusa.

Jorge Torgal, que falava aos jornalistas à saída da Comissão Parlamentar de Saúde, onde foi ouvido sobre a falta de medicamentos nas farmácias, revelou que quando saiu das instalações do Infarmed para ir para o Parlamento “a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP) ainda lá estavam”, sem precisar se se tratou de buscas ou de outra diligência de investigação.

Jorge Torgal justificou a situação com o facto de ter sido feita uma queixa contra o Infarmed por alegadamente esta entidade reguladora ter tido uma “tolerância especial” para que o medicamento Zebenix (para a epilepsia) da BIAL fosse aprovado e colocado no mercado. “Estamos tranquilos. Este medicamento está à venda em mais 17 países da Europa a preços semelhantes”, disse Jorge Torgal, explicando que a ” lógica [nesta queixa] é de que o Infarmed terá favorecido a comparticipação deste medicamento”

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

No passado dia 29 de Maio realizou-se uma Assembleia Geral Ordinaria da GROQUIFAR na qual foram aprovados o Relatório de Atividades e Contas da Direção e o Parecer do Conselho Fiscal, relativos ao exercício de 2011.

 

ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL

No próximo dia 27 de Julho, terá lugar na sede da GROQUIFAR uma Assembleia Geral Eleitoral para eleição dos seus orgãos sociais para o triénio de 2012/2014, conforme convocatória em anexo.